sábado, 25 de junho de 2011

We will fight to the death ♫


OOOI pessoal. Hoje, eu e a Aninha estaremos escrevendo sobre um clipe que nos abalou muito. Consideramos um dos melhores da banda. O clipe não é tão recente... Já estavamos planejando em escrever sobre ele, mas não tivemos tempo. Agora, nós estamos mais relaxados e escreveremos sobre ele. O clipe de hoje é o tão falado “This Is War”. 
Como muitos já sabem, o clipe deu o que falar. Primeiramente com a letra. São versos reveladores que nos trazem uma suposta guerra. Mas que Guerra e quando?  Seria a tal 3ª Guerra Mundial?  Será que ela está mais perto do que imaginamos? É isso que veremos agora. 
“Se não acabarmos com a guerra, a guerra acabará conosco.” 
H.G.Wells. 
O clipe inicia-se com a visão de um satélite sobre a Terra. O satélite avista um carro em um lugar obscuro, um deserto que parece estar silencioso. Porém, tem soldados (Jared e companhia. rs, brinks.). Jared com uma arma mira em seus adversários para que cada um morra naquele lugar. Vemos cenas no clipe como espécies de “mensagens subliminares”. As mensagens surgem junto com palavras e críticas feitas da banda para o governo. 
“Solder” - Soldados juntamente com o tanque numa guerra desnecessária, feitas por motivos egoístas como todas as outras. Um exemplo de uma das piores e recentes: EUA x Iraque. Motivo: supostas armas atômicas. Invadiram, fizeram um povo (em sua maioria) inocente agonizar para achar canos abandonados na Faixa de Gaza no fim. 
“Civilian” - civis. Inocentes agonizando, correndo, fugindo, sentindo na pele as dores da guerra feita por motivos egocêntricos de um(a) presidente com pensamentos absolutistas. 
“Martyr” - uma mulher de preto com braços erguidos, a mártir por perder alguém que lutou nesta guerra e depois se render a ela pela dor ser tamanha. Seu pensamento é voltado a Deus, que, em seu pensamento, a abandonou em meio dos estilhaços e das balas. 
“Victim” - pessoas inocentes feridas pela guerra. Pessoas como nós, que sofrem pelo mesmos motivos que os nossos, que se alegram pelos mesmos motivos que os nossos, que vivem como nós mas que foram atingidas por uma guerra que apareceu na porta se suas casas sem pedir licença e fez das ruas um campo de batalha. 
E, soldados (como o Jared no clipe) tem ordens de não ter piedade e atirar em todos. 
"Moment Truth" - O presidente Kennedy lutando pela proteção do povo na época de seu mandato (na Guerra fria). Para nós, foi um dos presidentes (senão, o presidente) mais prudente da história do EUA, suas providências eram para a proteção se seu país e da sua ideologia capitalista. 
“Moment Lie” - o ex-presidente Bush. Um dos maiores mentirosos da história. Sim, mentiroso. Foi uma mentira seu motivo da Guerra do Iraque, foi uma mentira que esta guerra (Iraque) não foi uma represália a Guerra do Golfo, foi uma omissão dele não dizer ao povo que Osama Bin Laden foi treinado pela CIA durante seu governo, porém se revoltou contra suas ideologias e usou de seu treinamento uma forma de aterrorizar as mentes do povo estadunidense, foram tantas mentiras! 
E cenas de guerra explodem o clipe. Dentre elas, algumas da recente revolta do Mundo Árabe. 
E as cenas continuam...  
"Liar" - um político dos EUA. Afirmando a crença popular: os políticos mentem. 
"Honest" - Mahatma Gandhi. Um dos maiores pregadores da paz que existiu neste planeta, suas frases marcaram e marcam o coração de cada um que as lê. 
"Leader" - os grandes líderes da história: Winston Churchil (do Reino Unido), Franklin Roosevelt e Stálin. Cada um em seu país, comandando da maneira mais adequada e prudente o possível. 
“Pariah” (uma pessoa sem casta, um puro, porém marginalizado - dalits) - outros grandes líderes: o que eu acredito der o ditador da Coreia do Sul, Fidel Castro e Sadam Hussein. Com certeza essa é uma das maiores críticas do clipe. Já percebeu que estes foram (e são) os opositores a ideologia capitalista estadunidense? Por isso "sem casta", por que para os EUA eles são inimigos declarados. 
Reparem que na música há “the victim, the Messiah”, sendo que ela não aparece no clipe, fazendo uma crítica de que o messias não foi encontrado nesta geração de guerras. 
E novamente o “Moment Truth”, agora apresentando Martin Luther King, o candidato ao primeiro presidente negro na história, porém seu assassinato fez com que ele não assumisse o poder. A verdade é que ele lutou pela igualdade, foi honesto, verdadeiro. Pena que nos EUA existe grupos chamados Ku Klux Klan, que se acham superiores por serem brancos descendentes de europeus. (Se quiserem saber mais, recomendo que assista "Mississipi em chamas" (Mississipi burning), um filme de 1988 que retrata bem a perseguição aos negros nos EUA). 
"Live" - foguete indo para o espaço. Eu vejo como uma fuga, já que nós estamos destruindo o planeta que vivemos e logo ficaremos sem lar, portanto, estamos a procurar outras saídas, outros planetas habitáveis para que nós destruamos mais tarde também. Mas não esqueçamos da Guerra Fria, quando a indústria bélica foi revertida em tecnologia para o nosso dia-a-dia (nos EUA, enquanto a URSS faliu por conta disso). 
Ao lado, está "Die" - o funeral daqueles que se foram pela tragédia causada por imprudência e descaso de uma nação. 
"RESIST" - uma mensagem escrita em meio ao Memorial de Washignton, onde está uma das maiores estátuas dos EUA, estátua de Lincoln. Com certeza, há outra crítica aí. "Resista, isto tudo um dia passará apenas de memórias" 
De repente; tanques, helicópteros, placas metálicas, e até o carro deles; tudo é arrastado por uma força maligna. Os soldados desesperados tentam se defender, mas a força é maior. Reparem que algumas cenas rápidas de triângulos, alusão a hurricane. 
Mais cenas de guerra aparecem entre soldados e pessoas... Todos aqueles objetos encontram uma massa maior de vários objetos que foram arrancados por essa força óvni que no final do clipe é revelada: uma pirâmide. Pirâmide essa que é um símbolo dos maçônicos e que também apareceu em “Hands” do The Ting Tings. As últimas palavras do clipe são “Brave New Word” – Admirável Mundo Novo. Essas palavras são o título do livro de Aldous Huxley que fala de um futuro onde as pessoas serão dominadas e comandadas para viver em harmonia.Também foi comentado no post So clap your hands if your working to hard ♫ .

O clipe nos traz uma severa mensagem de paz. Desde cenas passadas rápidas até pequenos detalhes como a bandeira dos USA virada. Mais uma“crítica política, qfirmando que eles são contra ao governo, são “divergentes”. 


Estamos vivendo em um Mundo que está em constante guerra. O bem e o mal lutam para que a humanidade cresça e evolua. Mas até quando existirá essas guerras civis? Até quando tantas pessoas inocentes morrerão? Até quando o Planeta sofrerá por tudo isso? Até quando o capitalismo arrancará o bem dos seres humanos e nos fará guerriar por inutilidades? A farsa, estratégicas políticas,estão nos cegando e tirando nosso valor. Vamos lutar por isso. Temos na música, alguns trechos que são ditos aos soldados antes da guerra: "Nós vamos lutar até a morte, até a extremidade da Terra. É um mundo novo e valente do último até o primeiro" e "Eu acredito na luz. Levante suas mãos para o céu, a luta acabou, a guerra está ganha". E é isso que os meninos da banda querem que nós façamos, não temos que ficar de mãos atadas vendo tudo se passar. Vamos agir, mas com consciência, estamos cansados de perder pessoas honestas. QUEREMOS PAZ! 
Bem pessoal, esperamos que tenham gostado do post, like us. Até a próxima :D 
 

Letra e Tradução




Gabriel Almeida & Ana Luiza Pereira

domingo, 19 de junho de 2011

Right on the limit's where we know we both belong tonight ♫


OOOOI gente. Hoje eu estou aqui para falar de um clipe que me surpreendeu. O mais recente hit da lady gaga: the edge of glory.
Estava dando uma olhada no facebook e decidi ver o da #MotherMonster. E vi “The Edge Of Glory Clip” na sua página inicial. Eu aloprei e coloquei no youtube para ver.
Eu nunca consigo entender o clipe de primeira, e não foi diferente com esse. Quando eu vi pela primeira vez achei um pouco estranho, achei que só fosse para agradar os Little Monsters com um clipe novo. Tinha achado simples, até clichê, e pensei: “só a música serviu mesmo rs”. Me lembrou um pouco Billie Jean do incrível Michael, com aquela rua escura e fumaça, além dela andar e dançar... Mas quando eu fui vendo outras vezes e comecei a pesquisar mais um pouco, pude perceber que o clipe não era nada aquilo do que eu pensava. Era simples, fato, mas ele passa a mensagem de uma maneira incrível, e é por isso que escreverei um pouco dele para vocês, de uma forma diferente.
O clipe passou por uma reviravolta total. A filmagem do clipe estava sendo finalizada, mas Gaga não estava satisfeita, então decidiu acabar com tudo: mandou os dançarinos embora juntamente com o diretor e o clipe. Ela fez o clipe sozinha e o editou com o Haus of Gaga. Para que ela pudesse mostrar isso no clipe, gritou: “Eu consegui porr*”, ousadíssima não?
O clipe se baseia um pouco na trajetória de Gaga. Desde o momento Stefani até o ícone do pop que temos atualmente. Ela abandonou sua casa quando ainda era jovem, e decidiu tornar-se independente, criar sua arte e mostrar para o Mundo quem ela é. Sua ideia inicialmente não foi aceita pelos pais, e a sua decisão era loucura, mas Gaga os enfrenta e vai rumo à glória. Para vocês terem uma noção, essa parte é mais ou menos mostrada no início do clipe, onde gaga anda pela rua a noite e sai da janela do apartamento.
Por falar em apartamento, o mesmo que aparece no clipe e é onde ela morou e compôs suas músicas para seu primeiro EP: Red and Blue. Nele, Gaga teve o início de sua fama, ganhou dinheiro, mas ficou na merda e perdeu-se no mundo das drogas. As lembranças de seu apartamento são ótimas, e por mais que seu sucesso estivesse começando, nada disso mudou para ela.
Repararam no saxofonista que aparece no clipe? Sabem quem ele representa? O avô de Gaga. Para ela, seu avô foi “o cara” em sua vida. Ele a ajudou a tomar suas decisões de seguir a carreira de cantora, e sempre que ela pensava que sua fama não daria certo, ele a reerguia e dizia que ela nunca deveria desistir e sempre persistir pelo o que ela quer, pois o limite de Gaga era a glória. Então não há dúvidas de que a música foi feita para seu avô em memória a ele que faleceu ano passado. Gaga sabe que tem a capacidade de mudar a vida das pessoas através da perseverança, e com isso ela alcança o momento da glória, não sozinha, mas com seu avô: “I’m on the edge with you ”.
O que Gaga tenta trazer com o clipe e a música é que sua vida está inteiramente ligada aquele apartamento e as lembranças da Stefani morrerão junto com ela. E que mesmo quando ela saiu da janela do apartamento no início do clipe representando o início de sua carreira e o descobrimento do Mundo da fama, ela voltará pela janela do apartamento (final do clipe), pois é naquele lugar onde se sente segura de si mesma, sente a liberdade de ser feliz e sente que seu momento de glória está crescendo e dando a luz para seus fãs. Pois, assim como o avô ajudou Gaga a perseverar, ela faz isso com seus little monsters.
Bem pessoal, espero que tenham gostado. Agora vamos todos bater o cabelo e ir a glória com a Gaga.
Letra e Tradução




Gabriel Almeida

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Thank God It’s Friday!



OOOOI pessoal, quanto tempo. Gente minha vida está mega tribulada. É tanta coisa pra fazer. Os estudos estão me matando, provas, curso, aaah é muito stress. Mas enfim voltei, agora eu to “mais ou menos” de férias :D
Nesse final de semana fui numa festa e ousei super atrevido. Queria tirar todo nervosismo que ocupava minha mente e decidi me divertir... E acabei extrapolando um pouquinho rs.
E tipo lançou o clipe Last Friday Night da Katy Perry, ou melhor, Kathy Beth Terry rs. me senti super no clipe, então, escreverei pra vocês um pouco sobre o clipe. Let’s Go Baby!
Não há dúvidas de que Katy arrasou nesse clipe? Nele, temos a intérprete de firework como uma nerd, a Kathy, dos anos 80, com direito até a aparelho dental e fita adesiva nos óculos “fundo de garrafa” made in Chiquinhópolis #piadinhatosca. Como todos puderam perceber, o clipe traz o auge da década de 80 com toda a festa de jovens, roupas super coloridas (à la restart) e cabelos topetudos. O vídeoclipe de 8 minutos homenageia sucessos dos anos 80, como “Gatinhas e Gatões” de John Hughes. No clipe, temos a participação da Rebecca Blackout, que no início achei ser a Demi Lovato, o saxofonista Kenny G, Darren Criss e Kevin Mchale, do elenco de glee, e os irmãos Hanson. Só figuraça!
Kathy acorda (FRIDAYYYYYYYYYYY) e vê seu quarto todo bagunçado com direito até a uma galinha. Confusa, não se lembrar de nada do que aprontou na noite passada. O Darren entra no quarto e diz que foi a melhor festa de todas. Kathy entra na sua página de internet e vê uma foto sua lambendo o abdômen de um jovem. Para muitos nerds: aaah minha reputação acabou. Para Kathy: aaah, que se fod*!
As lembranças aparecem...
Mais uma noite de sexta-feira e Kathy estudando, ou melhor, fazendo sudoku. Irritada com o barulho da festa, vai reclamar com a anfitriã, de 13 anos, Rebecca Black. A Black, super peituda por sinal, chama Kathy para a festa e quando a nerd chega, fica deslumbrada com a algazarra da molecada “oitentista” e decidi ficar. Kevin avista a jovem Terry, e apaixona-se pela nerd. Imagina como seriam se fossem rei e rainha da época medieval. Um jovem jogador de futebol ignora a “Beth, a Feia” e vai se exibir para uma loira gostosona. Triste com isso, Kathy resolve ousar no visual para que ela fique bem devassa. Mas era necessário tirar o aparelho, o macacão, os óculos e dar uma “repaginada” no visual com direito a minissaia, próteses de silicone, um sutiã apertadinho, e é claro, arrancar o bigode. Kathy desce com um visual atrevidíssimo e cabelo Vanessa da Mata e cai na farra dançando com a Black.


O forte valentão que estava se atirando para a loirinha agora vai dar mole pra Kathy, e até aperta o popozão dela, mas o Kevin ama a Kathy e vai em busca do seu troféu Kathy. Os dois lutam no quarto da Kathy e o nerd vence o valentão para o final feliz dos nerds. Mas Kathy desmaia...
Acabando ver as fotos que foram parar na internet, seus pais chegam em casa e quando veem aquela cena começam um discurso longo que eu não vou falar agora, preguiça rs.
Como podemos perceber o clipe é super cômico e divertido, mas uma pequena mensagem é passada. Uma delas é a questão do amor pela beleza, onde as pessoas só procuram a beleza exterior, mas não sabem que a beleza interior pode ser muito melhor, e até mesmo a exterior pode mudar e transformar-se em uma bela pessoa (me lembrei da Gorete do pânico na TV rs). Outra questão é que o amor é para todos, até mesmo os nerds que muitas das vezes se sentem oprimidos e não encontram ninguém. Ah, já ia me esquecendo, e aproveitar a vida, suas loucuras, e quando vier as festas de sexta a noite, será só FUN FUN FUN!

 




Pessoal, espero que tenham gostado do post. Até a próxima!
Gabriel Almeida

quarta-feira, 15 de junho de 2011

We’re the new generation...

 
Máquinas. Robôs. Parafernálias. É isso que somos. Somos movidos pelo capitalismo que a cada dia consome nossa alma e espírito. Somos feitos de parafusos e fluído, não mais carne osso. Somos feito para controlar, monopolizar e automatizar. Sentimentos? Pra que sentimentos se o dinheiro é mais importante! Produtividade, lucro: eu quero mais superávit. Coisas, controlados, retardados; é a sociedade do século XXI. Criaturas movidas à energia mecânica não mais o amor. Braços mecânicos, soldas e placas de ferro inoxidável. Raças oleaginosas, corações de zinco e olhos de vidro. Não enxergamos a tremenda barbaridade que o Mundo tem feito conosco...
Sim, não somos mais humanos, viramos aparelhos que vão em busca da riqueza. Trabalhar, comandar, não sorrir. Somos marcas de uma geração que não é mais romântica, e sim, superficial.
Somos tudo isso e não percebemos que a cada ação isso se torna mais visível. Está tudo programado...
É hora de mudar, chegou o tempo de dar “pane do sistema” e fazer o nosso próprio. É hora de ganhar movimento e pensar: será que estamos certos? Não está tudo tão automático? Raciocine, onde está a arte? Onde está o filosofar? Onde está a felicidade? Onde está o amor? Onde está o SER humano?
Mude, faça algo novo a cada dia, mas tenha a certeza de que o outro dia pode ser diferente. Enlouqueça, tire a máscara que cobre sua face. Arranque todos os parafusos que o move. Deixe agir o sangue em sei peito para que a máquina transforme-se em vida. Seja feliz, somos uma nova geração, a geração movida pelo amor e não mais pelo capitalismo industrial.
Não seja mais um deles, seja um de nós. We’re the new generation of Love. 

 
Gabriel Almeida

domingo, 12 de junho de 2011

Palavras ao Vento




   “Ando por aí querendo te encontrar, em cada esquina paro em cada olhar, deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar”
   É impressionante com Cássia Éller consegue decifrar meus pensamentos. Vejo que quando alguns compositores ou até mesmo cantores possuem uma brilhante capacidade de expressar o que sentem e, simultaneamente, com um toque mágico, transformam sua arte em melodia para vida de quem escuta.
   Fico pensando sobre minha vida quando estou sentado em minha cama. Vejo que ela não está completa, que não como eu desejo. Sinto que, mesmo feliz, ainda tenho um vazio que déia meu coração sem o que nos traz a grande alegria de viver: o Amor. Já passei por tantos momentos, mas creio que se estivesse com alguém para sentir meu coração pulsar de emoção, sentir o brilho dos olhos da amada, sentir um beijo enlouquecedor que faz com que seu sangue ferva como nunca... São para poucos, os que merecem, os que tem a oportunidade de ter esse tão amado alguém. Que dor me causa quando vejo que estou sozinho no Mundo. Mesmo não estando realmente sozinho, pois tenho Ele comigo, ainda falta uma Eça para completar meu quebra-cabeça, ainda falta a chave para abrir meu baú de felicidade ou a Caixa de Pandora, chamada Coração.
   Procuro um ideal chamado mulher, chamo-me pobre solitário, estou disponível todos os dias para contato emocional. Ligue para meu coração e faça-me sentir completo.

Gabriel Almeida
Post em especial ao Dia dos Namorados :D

segunda-feira, 6 de junho de 2011

You build up hope but failure's all you've known ♫



            Olá pessoal! Como vão? Pois é, o blog está abandonado, nos da equipe sabemos bem disso, e tivemos que dar um tempo por problemas escolares. Sabe né? Mas agora isso são águas passadas, estamos respirando ares de “quase-férias” chegando...

Bem, o clipe dessa semana é “Iridescent” do Linkin Park (claro! Olha quem está escrevendo isso... xD #brinks).
O clipe foi lançado no dia 02 de junho deste ano e foi dirigido por Joseph Hahn (Ou como é conhecido, Mr. Hahn, o DJ da banda). O gênio (pois é isso que Hahn é: um gênio tanto dos remixes quanto de produção de clipes) deixou sua marca neste clipe; fez uma ótima crítica ao o que está por vir e mostrou a proposta de A Thousand Suns há muito discutido pelos fãs.
Bem, vamos ao clipe.

O clipe, para mim, foi um pouco nostálgico. No primeiro momento temos o transporte ao mundo do irreal, da ilusão, do que pode se tornar real daqui a uns anos. O clipe começa com alguém fitando uma grande mão chegando perto de encapuzados. Isso me remeteu ao Juízo Final. Quando Deus vem à nós separar quem é bom e justo de quem é ruim e maldoso. Por que estamos encapuzados? Porque muitos de nós nos esquecemos dos propósitos de Deus. Muitos de nós nos desrespeitamos, ameaçamos a nossa mãe natureza e nosso bem estar pelo dinheiro e pelo egoísmo.
Flashes de ossos e de um trono nos aparecem e a música começa com Mike com um olho de cada cor segurando uma cobra. Logo aparece um robô, não se sabe onde, estudando as constelações. Novamente, um flash do que me pareceu um exército, e no trono surge uma pessoa. Porém, volta a figura dos robôs, como eles surgiram ao doce som da guitarra de Brad Delson (que está ao fundo). Da pessoa que surgiu do trono (Chaz Bennington), aparece um holograma da cabeça de um robô enquanto ele via surgir outros. Na mesma cena, mas vista de ângulo diferente, vemos Phoenix (o baixista) vendo-a também.
Essa cena foi uma das mais nostálgicas. Por que? Quem de vocês viram o clipe Pts.Of.Athrty? Neste clipe da época do Reanimation (2º CD da banda) mostram os LP guys como “cabeças falantes” controlando e dando vida a um exército de robôs. Mas falaremos mais sobre este clipe mais tarde... Há muito que se comparar!
Uma luz surge atrás de um alguém, depois, Joe Hahn (DJ e produtor deste clipe) aparece trajado como um perfeito e antigo Masutā (mestre de alguma coisa, em japonês) de braços abertos e do “chão” surgem equipamentos de som que darão o estímulo para os robôs que precisam. (Como em Pts.Of.Athrty, que, enquanto eles cantavam, mais vida os robôs tinham).
Começa o refrão, donde aparece Chaz cantando e hologramas de planetas atrás dele e de suas mãos, as estrelas.
Contudo, aparece outra imagem, uma cena de guerra e destruição feita pelos robôs das cenas anteriores. O que me remete novamente a Pts.Of.Athrty, já que os robôs criados e controlados pelos LP guys, nesse clipes, iam guerrear por um mundo melhor e surreal, que alcançam ao final.
Novamente aparece a imagem do alguém e da luz. Porém, com boxers correndo ao lado do alguém desfigurado, porém com o corpo do que me pareceu uma mulher. Os boxers parecem vir correndo na direção da confraternização da banda. Onde os seis estão à mesa a partilhar, estilo “A Santa Ceia de Cristo”.
Novamente, flashes. O “trono” de Chaz com hologramas de planetas ao redor e estrelas atrás, e BumbleBee lutando na guerra de robôs. Sim, BumbleBee, o segundo Autobot mais famoso, aparece no clipe como participação especial (#brinks xD) como no clipe New Divide que teve cenas variadas do filme de Transformers. Quem sabe Iridescent não é um spoiler do filme?
Novamente, o refrão. Mike e a cobra, Chaz e atrás labaredas de chamas. Mas afinal, o que as labaredas significam? Fácil! A destruição proveniente da guerra das máquinas (robôs). Mas o que Chaz é? É essa a questão.
Vocês perceberam que todos eles estão com olhos tão claros? Está super chamativo, eu sei, mas ainda houve gente que não viu este detalhe. Pois bem, estes olhos são o que eu digo “olhos para o futuro”. Estamos tão concentrados no que o futuro pode nos proporcionar em termos de conforto e tecnologia que nos esquecemos e pouco nos contentamos com o que já temos. Chaz nos mostra isso. Ele está “no seu trono” pois é ele que controla as máquinas que vão à guerra ao invés de nós neste futuro, as estrelas atrás de seu trono me fez pensar em como é bom vê-las nas noites claras, os planetas, me fez pensar em como é grande o universo e como é bom estar vivo e poder desvendá-lo!
Mas e o Mike? Por que ele só tem um olho claro? Por que ele está sentado em um trono de ossos? Porque ele vê as coisas como são. Ele vê que precisamos também da natureza para viver e não da sua destruição. Os boxers? Uma ilusão da luz e da mulher desfigurada, talvez. Ou, quem sabe, uma lembrança simples e singela de como o mundo era iluminado e cheio de vida e de como foi se tornando com o passar dos flashes e luzes. Mas uma coisa é fato. Mike, no clipe, quer nos mostrar que tem o pé no chão. Ele é a pessoa que sabe que o mundo precisa de avanços tecnológicos, mas não só deles.
Outra coisa, vocês perceberam na cena do Joe que pessoas estavam acima dos equipamentos? Pessoas a lutar como no passado. Porém, como disse, Joe é um Masutā, ou seja, tal forma de combate seria a estilo japonês milenar antigo.
Por que a cobra? Fácil! Algum de vocês se lembra dos ditos bíblicos? Ditos, nos quais, condenaram a cobra a rastejar pelos séculos sem fim desde os tempos do Jardim do Éden. A cobra significa a maldade que ainda há no coração de cada e que há no coração das máquinas do clipe. A ceia é realmente a última, pois, após a guerra, não se sabe se eles ainda estarão vivos ou não.
Agora, nos é imposta uma luz ao centro com uma figura encapuzada a se aproximar. A mulher desfigurada volta a aparecer e junto dela outros mais que não mostram seus rostos.
Naves a voar, Mike a surgir numa espécie de portal com asas de anjo, porém seu paletó há chifres de bode, ou boi, ou algo parecido. Um novo anjo é imposto pela luz. Um anjo de asas diferentes, asas de todos os tipos de animais. As máquinas se montam e desmontam, Joe parece se afastar da mesa que mais parecia conter suas lembranças do passado distante. Chaz se deixa levar pelas estrelas que rondam seu trono, uma grande bola de estrelas e luz se forma dele. A bateria do Rob toca irradiado pela luz dessas estrelas. As lembranças de Joe recomeçam a reviver. Aparece cada cômodo da “nave” em que eles se encontram e os olhos de um robô vendo e suas engrenagens processando. Mais robôs surgem da terra para destruir um monstro robô. E Mike a cantar no seu trono de ossos e vendo tudo de uma perspectiva diferente. O clipe acaba com a bola de estrelas ao redor de Chaz se esvaindo e as pessoas das lembranças de Joe correndo.
Mas o que significa?  O portal, para mim, é a nossa rota de fuga. O anjo diferente são as várias pessoas que tentam ajudar de alguma forma o meio ambiente. Joe fitar suas lembranças “vivas” em cima da tecnologia de aparelhagem de som é; não tente voltar o passado, pois quando chegar a certo ponto do futuro, você poderá se arrepender e aí será tarde demais. A parte do robô me lembrou aqueles velhos ditados: “todos tem seu lado bom” (as engrenagens pareceu-me mudar um pouco o robô, fazer com que ele ficasse menos ameaçador a mim) e “uma andorinha só não faz verão” em relação ao monstro robô (já que houve uma união dos robôs para exterminar um inimigo em comum). A bola de estrelas do Chaz para mim é como se fosse nosso egoísmo que cresceu em proporções inimagináveis e vem destruindo a nós mesmos. Mike sentando no trono conseguindo ver toda guerra faz-me lembrar nós, que vemos tudo pela TV, mas, até quando vamos fazer isso? Até quando não vamos brigar para um mundo, um país, um estado, ou uma cidade melhor?
Iridescent é isso. Ele veio nos mostrar que se não tentarmos gritar por um mundo melhor, se nos acomodarmos, as máquinas farão tudo por nós, até nos destruir. E, quando isso acontecer, cadê a sua fé, cadê o seu robô para te salvar?
A maior crítica do clipe é; iridescent significa iridescente, ou seja, que reflete as cores do arco-íris (como um diamante quando recebe um feixe de luz), porém o clipe é em preto e branco. Por quê? O clipe é uma realidade alternativa, uma coisa que ainda pode nos acontecer ou não (depende da gente), ele é preto e branco porque NÓS, seres humanos, estamos escolhendo um futuro com essas cores, tons cinza, cores de guerra. Nós não nos damos conta do quando é lindo se maravilhar com o arco-íris e suas cores após um dia de chuva. Nós perdemos esta sensibilidade!
É essa, meus caros amigos, colegas e leitores, a proposta feita por Rick Rubin e Mike Shinoda em A Thousand Suns. Mostrar o que estamos perdendo, o que vamos perder e se há um jeito de mudar.
Pensem! A Thousand Suns, em si, foi feito para nós pensarmos no que estamos fazendo da nossa vida e do nosso mundo, que é o nosso lar. O que nós estamos fazendo com nós mesmos enquanto uma sociedade. Critique-se e aos outros também! Pense em mudar e em como mudar! E, aos poucos, quem sabe este futuro preto no branco não se torne um pouco mais colorido?

Nota: Uma coisa é fato; eu, como muitos fãs, também não gostei de ATS. A musicalidade é totalmente diferente do que amamos do LP de antigamente. Mas, LP já tem 15 anos, e são eles que decidem a hora de mudar e não os fãs, nós o seguiremos por onde quer que vão, mostrando todo o nosso amor e o quanto eles são especiais a nossas vidas. Porém, depois que eu li as traduções de todas as músicas do ATS, vi toda a proposta, eu passei a gostar um pouco mais. Por quê? LP na minha vida sempre foi um alerta. Suas musicas sempre me alertavam o que eu tinha que mudar em mim para ser uma pessoa melhor. Sou quem sou graças a muita ajuda/alerta deles.

Enfim, espero que tenham gostado! :D Até a próxima!!! õ/


Ana Luiza Pereira





 
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